TAG: Amor à Terceira Ouvida! (Parte 2)

E olha eu aqui de novo com as velhíssimas TAGs, que ninguém aguentava mais em meados de doismilealgumacoisa de tanto que o YouTube estava infestado desse tipo de “conteúdo”. Mas quem liga né? Eu quero mesmo é fazer post.

Para os que ainda não viram a primeira parte disso (e consequentemente não sabem do que a TAG se trata), Amor à Terceira Ouvida sou eu trazendo para vocês 5 músicas + 1 bônus opcional, as quais eu não curti muito nas primeiras vezes que ouvi, mas depois de um tempo de exposição acabaram me cativando. Sem mais delongas vamos lá ver quais foram as escolhidas da vez (dei preferência às mais polêmicas por motivos óbvios).

Cactus – ACE

Eu lembro ter detestado essa aqui na primeira vez que ouvi. Achei extremamente barulhenta e desnecessária. E também estava entre aqueles que achavam que os meninos estavam sendo obrigados a usarem os shorts ridículos nas promoções da música. Sim, eu problematizava mentalmente os looks dos garotos.

Mas aí eu vi eles dando uma entrevista onde disseram que não se sentiam tão desconfortáveis assim e que começaram até a gostar de tais roupas. Nesta época eles já tinham lançado ‘Callin‘, então fui ouvir. Gostei tando que dei até mais uma chance para ‘Cactus’, me apaixonando de vez por ela.

Something New – Taeyeon

O EP sem promoções da gata passou batido por mim à época. Só depois que fui ver umas pessoas o exaltando que decidi ir atrás do single. E sem sucesso. Achei tudo monótono e parado demais, sendo o único ponto alto do trabalho este clipe cinematográfico maravilhoso.

Muito tempo passou e em um dia de tédio, onde estava ouvindo outros álbuns de maneira ilegal no YouTube, o mini foi recomentado e eu decidi dar mais uma chance e… UOU!! Acho que da primeira vez eu não estava no clima certo para ouvir essa obra de arte. O álbum, como um todo, é de longe um dos mais fortes de 2018.

What Is Love? – Twice

Já da série “a gente só dá valor quando perde“, temos ‘What Is Love?’ que é mais um número aegyo chiclete do Twice, desses que elas já despejaram aos montes e que por consequência disso, eu ignorava horrores. Acontece que depois disso elas deram uma pequena muito pequena mesmo evoluída no visual e precisaram de algo um pouco menos garotas-de-10-anos para a música, daí vieram ‘Dance The Night Away‘ (que eu abomino) e ‘Yes or Yes‘ (que eu aprendi a ouvir sem torcer o nariz).

Confesso que fui atrás do passado delas para não deixá-las no limbo do esquecimento, dando assim a devida atenção à ‘What Is Love?’.

I’m So Sick – Apink

Nas primeiras vezes que ouvi, não achava esse amadurecimento tão incrível assim. Vocês já devem saber que eu cago horrores para o white-aegyo-sem-graça do Apink&cia, mas fiquei bem surpreso ao vê-las saindo daquilo que já tinha estagnado a carreira delas a 7 anos inteiros. Infelizmente, nas primeiras vezes que ouvi, sempre achava que faltava algo, assim como aconteceu com a música da Taeyeon ali de cima.

Por ironia do destino, acabei vendo um loop do “do you love me?” que mostrava o quão safadas e confortáveis com o conceito as meninas ficavam a cada stage, acabei me apaixonando tanto por tal parte que comecei a dar o devido valor que a música merecia.

Roller Coaster – Chungha

SIM! A CHUNGHA! A ROLLER COASTER! Essa daqui nem tenho muito o quê dizer, pois nem eu sei o motivo ao qual não dava bola para ela. Só sei que demorei muito para gostar dessa música (mas agora amo de paixão).

Bônus: Oy Mama – EVE feat. NaDa

Como bônus eu não quis trazer um simples single de k-pop, mas sim a nova tentativa de acontecer do EVE. Eu sinto que ‘Oy Mama’ tem um timming terrível e mira em um público bem errado. Primeiro, por não ser lançada no carnaval. Vai me dizer que isso não tem cara daquelas músicas de grupo floppado que hitam “do nada” aqui no Brasil?.

E segundo porque eu sinto que elas erram da mesma forma que a Tiffany Young. A parcela de k-popers pode até estar crescendo a cada dia, mas grande parte deles não aceita muito bem algo que não vem dos coreanos, então elas ficam naquela de querer agradar quem não quer ser agradado (só que no caso da ex-soshi, ela mira no pop que tem tanta fobia grátis de certas coisas quanto os próprios capopeiros). Se a proposta aqui fosse de apenas serem um grupo brasileiro, talvez elas alcançariam um patamar um pouco maior e ainda não teriam que deixar as Taíses fora da coreografia para não receberem hate gratuito. Além disso, elas poderiam apostar nessa coisa de valorizar as várias “cores”, etnias e idiomas que são basicamente um resuminho sobre o que é o Brasil.

Mas indo à música, eu não curti muito assim que lançou por ela parecer só mais uma demo perdida do Teddy olha eu tendo fobia a certas coisas mesmo tendo criticado isso nos parágrafos anteriores, mas depois de uma nova tentativa eu pude perceber o quanto isso aqui tá divertido. As meninas têm timbres muito distintos entre si e várias delas conseguem imprimir uma veracidade no que estão fazendo. E ainda digo que, quem gosta de ‘Gashina‘ não tem direito nenhum de falar que ‘Oy Mama’ é ruim, pois ela tem basicamente a mesma fórmula e tem vocais tão competentes quanto a outra (escrevi e saí correndo).

Beijos de luz e até a próxima.

5 comentários em “TAG: Amor à Terceira Ouvida! (Parte 2)

  1. I’m So Sick me surpreendeu por me conquistar já na primeira ouvida. A mudança de conceito foi bem-vinda, mas diferente de várias pessoas na blogosfera, não acho que o problema do Apink fosse se manter no aegyo, e sim o fato das músicas serem ruins mesmo. I’m So Sick não é ótima por ser mais madura e sexy, é ótima por… bom, por ser ótima.

    Engraçado, no k-pop são poucos os casos de músicas que me conquistaram na terceira ouvida (a única que lembro de cabeça é I Love You, do EXID). No b-pop (vulgo pop brasileiro) isso já é bem mais comum; levei um tempo pra gostar de artistas como IZA, Pabllo Vittar e Gloria Groove, e hoje escuto eles praticamente todo dia.

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    1. Mudando de assunto, viu os vídeos do LOONA no KCON? A setlist delas foi bem pequena (só cantaram favOriTe, Colors e fizeram um cover de dança de Fire do BTS), mas pelo menos o cabelo da Choerry tá com uma cara bem melhor. E o público adorou elas!

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