Mais apresentações do Road To Kindom + as inéditas lançadas por cada grupo que sobrou.

Mais um tempo se passou e o Road To Kingdom despejou algumas coisas. Vocês parecem ter gostado bastante do último post que fiz elogiando o programa, então vou fazer mais um, já que não quero que vocês fiquem com essa imagem boa do reality. Bombas estão por vir.

Dessa vez estou trazendo a terceira etapa que, na verdade, era pra ser aquela em que os grupos fazem covers uns dos outros. Mas como o TOO está no jogo, sendo que não tem nem duas músicas, a Mnet foi obrigada a rebolar o cu e inventar algo ninguém está afim de ouvir ‘Magnolia‘ pela terceira vez.

Sendo assim, pediram para que cada grupo escolhesse uma música que gostaria de performar. Depois disso a Mnet deu a escolha de fulano para ciclano, e assim por diante. O que resultou numa cópia da primeira fase, com eles fazendo covers aleatórios. Mas vamos fingir demência e seguir com o bonde.

Logo após, vou dar uns pitacos breves sobre as inéditas que eles vão usar como “comeback”.

Oneus entregou uma boa música com esse remix de ‘Be Mine‘. Os meninos são muito carismáticos e estão se provando bastante no quesito presença de palco. A música não ficou melhor que a original, mas a performance foi muito criativa e compensou esse lado. Só achei icônico os outros grupos descobrindo que era inspirado em Romeu e Julieta quase na metade do negócio hahahaha

Os coitados do TOO foram sabotadíssimos com essa bomba pavorosa que nem as fãs do GOT7 fingem gostar. Entregaram um bom stage, mas prefiro nunca mais assistir por compaixão aos meus tímpanos.

ONF entregou um ótimo remix, o melhor dessa fase do programa. Só poderiam ter feito um negócio mais fluido, sem aquela pausa no meio da canção. Mas um grande acerto foi dar só 10 segundos pro rapper e ainda enfiar um batidão gostoso para ofuscar a voz forçada dele.

QUE BOSTA HORRÍVEL!!! Gente do céu! Pentagon saturou tanto comigo por causa desse reality, que eu não aguento mais olhar uma apresentação sem torcer o nariz para metade do line-up. Ênfase pra o rapper horroroso com essa voz forçadíssima. Nesse ritmo ele vai desenvolver um edema de Reinke nas pregas vocais, antes dos 30 anos de idade.

Quem se deu bem foi o VeriVery que além de pegar uma música popular, ainda teve a sorte de ser uma boa. Eu estava sentindo muita falta de stages mais alegres e descompromissados e ainda bem que eles decidiram servir os refrescos aqui.

A história dos 40 ladrões/Aladdin, com as várias Jasmines dançarinas, ficou bem boa de assistir. Só acho que deveriam ter se aproveitado um pouco mais das batidas dessa cultura. Soyeon, corre aqui e ensine eles a como se apropriar direito de uma cultura.

The Boyz segue sendo o grupo que não errou em nenhum momento, sempre servindo músicas agradáveis e stages bonitos. Mas assim como todos os outros deles, eu não consegui gostar tanto quanto imaginei que gostaria. Tudo tem uma estética teatral, mas assistir uma vez foi o suficiente para mim.

Faixas inéditas

ONEUS usou sua participação no RTK para entregar um oppa-fodão esquecível… que decepção. Pelo menos vai ser divertido ver o main vocal tentando atingir essa high note que mais parece um pinscher agonizando.

Do VeriVery recebemos uma farofinha despretensiosa e bem divertida, está no nível daquele single que o Lovelyz entregou no Queendom.

Do The Boyz eu senti que eles poderiam ter ido mais longe com essa ‘Checkmate’. A faixa é boa e muito coesa com o que eles entregaram durante todo o programa, também possui um refrão muito bom. Só faltou mesmo uma explosão colossal no final. E talvez essa “linearidade” dela me impeça de ouvir mais vezes, por simplesmente esquecer dela ao longo do ano.

Meu bode contra o Pentagon está tão forte que não aguento mais nem ouvir os gritos do Hui. E quando ouvi que já começa com o arroto-boy quase desisti de tentar chegar no final. Essa ‘Basquiat’ tem uma intro que bate ponto em inúmeras músicas ocidentais e a faixa só fica boa mesmo quando todos os integrantes calam a boca por segundos e deixam o instrumental trabalhar. De resto, dispenso.

O ONF entregou um retrôzinho agradável, mas é nítido que eles criaram isso para funcionar como stage e não como música. Se souberem usar as armas corretas, podem entregar a melhor performance deles no programa com essa ‘New World’, mesmo que ninguém sinta a vontade de ouvir ela sem o acompanhamento visual.


É isso, se eu ver os stages da fase final e achar que merecem ser comentados… trago aqui para vocês na semana que vem. E são só cinco inéditas, pois TOO e Golden Child foram eliminados. Mas não fiquem tristes (ou felizes), ambos já estão de comeback anunciado.

4 comentários em “Mais apresentações do Road To Kindom + as inéditas lançadas por cada grupo que sobrou.

  1. O melhor é que o Oneus lançou um concept vídeo, quase um teaser de MV para esse comeback, oq mostra a RBW nem botava fé neles na final com os bonitos arrastando num Top7 lá no início do programa… E, se a CUBE dizer igual ao (G)I-dle, Pentagon tbm lança um MV, e comeback só ano que vem pq eu até peguei bode do Pentagon com tanta tentativa podre desse dark concept deles (E olha que sou CUBE Stan dessa 3ª geração, só vê o nivel do Ranço)

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  2. The Boyz e Oneus são meus queridinhos no momento. Confesso que no início coloquei fé no Pentagon, já que eles me tocaram com Shine + o mano indo para o exército. Que decepção. Vamos pegar essa vaga Oneus, vcs conseguem

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